Antibióticos combatem infecções causadas por bactérias e não têm efeito em gripes e resfriados, que são virais. No Brasil, a venda exige receita de controle especial justamente para conter a resistência bacteriana.
Nesta categoria você compara as principais classes — penicilinas, macrolídeos e cefalosporinas — vê o espectro de cada uma e entende por que o tratamento deve ser concluído mesmo depois que os sintomas somem.

3 bulas disponíveis nesta categoria.
Amoxicilina tri-hidratada
Antibiótico de amplo espectro indicado para infecções respiratórias, urinárias, de pele, otite e dentárias.
Azitromicina di-hidratada
Tratamento de infecções respiratórias, de pele e DSTs como clamídia.
Cefalexina monoidratada
Infecções bacterianas das vias urinárias, pele e respiratórias.
Análise da interação entre antibióticos e contraceptivos hormonais: por que a amoxicilina não reduz a eficácia, quais fármacos realmente interferem, o efeito de vômitos e diarreia e como se proteger.
A amoxicilina é um antibiótico da família das penicilinas usado para tratar infecções bacterianas, exigindo receita médica e conclusão completa do tratamento.
A azitromicina é um antibiótico macrolídeo usado em infecções bacterianas específicas, com esquemas curtos graças à sua meia-vida longa.
A cefalexina é um antibiótico cefalosporínico de primeira geração usado em infecções bacterianas de pele, ouvido e trato urinário.
Comparativo de referência dos principais antibióticos usados no Brasil — indicações, espectro, duração de tratamento, efeitos colaterais e por que nunca se deve usar sem prescrição.
Intervalo correto da cefalexina, dose por peso em crianças, duração do tratamento e por que não se pode interromper quando o sintoma melhora.
Não. Interromper antes do prazo prescrito favorece a seleção de bactérias resistentes e a recaída da infecção.
A maioria não interfere. A exceção mais documentada é a rifampicina; em caso de vômito ou diarreia intensa, use método de barreira adicional.